Saiba as principais diferenças entre centrais monitoradas e não monitoradas

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9 de julho de 2018

Durante a projeção de um esquema de segurança eletrônica para a sua residência, empresa ou demais locais, é possível optar pela instalação de centrais de alarme, independente que a mesma seja ou não monitorada por alguma empresa de segurança. Preenchidas por sensores e que detectam e alertam sobre movimentações suspeitas, você precisa saber a diferença entre os tipos e qual é a melhor escolha para a sua necessidade. Visto, explicamos para você quais as diferenças entre a adesão deste sistema ou não.

Essencialmente, uma central de alarmes possuem quatro tipos de equipamentos: sensores magnéticos, sensores de presença, sensores de barreira ativa e cercas elétricas.

Os magnéticos são instalados em portões, entradas e janelas. Estes servem para detectar a abertura ou violação destas entradas. Assim que ativadas, eles comunicam a central de alarme, por meio de sinais, sobre o acontecimento. Os de presença servem para a detecção de presença de pessoas por meio de infravermelho. Neste caso, há a atuação de outras tecnologias conjuntas para minimizar os registros de falsos disparos.

Os sensores de barreira ativa fazem uma espécie de comunicação entre duas peças, onde há uma transmissora e outra receptora. Se essa comunicação é “derrubada” por qualquer invasor, o sensor comunica imediatamente a central. A tecnologia é bastante utilizada em locais que não podem receber cerca elétrica, a última tecnologia citada do sistema.

Visto todos esses recursos, a escolha por uma central de alarme é a garantia do monitoramento 24h. Quando a central é acionada por algum dos dispositivos supracitados, é enviada uma mensagem para a empresa responsável pela segurança, que ficará encarregada pela verificação de qualquer alerta, realizar os contatos necessários e enviar profissionais adequados para realizar a verificação do local. No caso de optar pela central não monitorada, existe uma certa economia financeira, mas o proprietário será o responsável por estes procedimentos. Mas, dependendo da situação, prevalece o ditado: o barato sai caro.

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